Este ano, o Dia Internacional dos Museus (DIM) transforma-se num fim de semana prolongado, repleto de atividades.
A programação estende-se ao longo de três dias, entre 16 e 18 de maio.
16 de maio – 19h00 – 23h00
17 de maio – 10h00 – 18h00
18 de maio – 10h00 – 18h00
O Museu do Carro Eléctrico abre as suas portas de forma totalmente gratuita, com várias atividades em torno do tema deste ano – “Unindo um mundo dividido”.
Veja toda a programação em : https://forms.gle/CSVL8dfdsjA5Zsz58
Aconselha-se a inscrição prévia para garantir o seu lugar.
Programação completa aqui:
Na primeira sessão de 2026 das Famílias Elétricas, propõe-se um exercício de reflexão: sonhar a cidade perfeita. Uma cidade que respira ao ritmo dos seus habitantes, onde cada gesto, palavra e movimento contribuem para um futuro mais leve e bonito. A partir de sons e imagens, vamos descobrir como iluminar caminhos e transformar o quotidiano. Com materiais simples e energia criativa, cada família será convidada a construir fragmentos dessa cidade sonhada: um lugar de encontro, mobilidade e sustentabilidade, onde a eletricidade maior é a das ideias.
O Carnaval chega ao Museu do Carro Eléctrico com um programa para famílias prontas para brincar, explorar e dar asas à imaginação!
Num ambiente cheio de cor, serpentinas e espírito carnavalesco, os mais pequenos (e os graúdos também) vão participar num 𝐩𝐞𝐝𝐝𝐲-𝐩𝐚𝐩𝐞𝐫 𝐩𝐞𝐥𝐨 𝐦𝐮𝐬𝐞𝐮, com desafios e atividades divertidas que convidam a descobrir o espaço de forma diferente e interativa.
O ponto alto da experiência será o 𝐩𝐚𝐬𝐬𝐞𝐢𝐨 𝐧𝐮𝐦 𝐜𝐚𝐫𝐫𝐨 𝐞𝐥𝐞́𝐭𝐫𝐢𝐜𝐨 alegórico, com animação abordo e muita folia sobre carris. Porque aqui, no Carnaval, nada é o que parece!
𝐈𝐧𝐜𝐥𝐮𝐢: oficina criativa e viagem de carro elétrico
O Entrelinhas 2025, realizado a 13 de dezembro, marcou a 3ª edição deste programa anual do Museu do Carro Eléctrico desenvolvido com e para a comunidade. Pensado como um encontro intergeracional, o Entrelinhas celebrou a memória coletiva da cidade, construída a partir das histórias partilhadas em torno da vida em comunidade e dos transportes públicos – elétricos, autocarros e a antiga Remise da Boavista – enquanto espaços de encontro, conversa e identidade da cidade do Porto.
Ao longo da tarde, o museu abriu as suas portas para acolher testemunhos de antigos funcionários, passageiros, famílias e visitantes, criando um arquivo vivo onde cada história contribuiu para reforçar laços e dar continuidade à memória comum. O programa integrou viagens, conversas, mesas-redondas, atividades participativas e momentos musicais, promovendo o diálogo entre gerações e reafirmando o museu como um espaço de escuta, partilha e construção coletiva de memórias.